Aqui está a apresentaçao suporte à minha intervenção no seminário "O MEP e o Ano Europeu de luta contra a pobreza: um olhar de esperança"
Um grão de semente contém em si os princípios de uma dupla viagem: da raíz que se fundamenta na terra, do tronco que conquista o céu. Uma mão sobre uma folha de papel vazia procura o encontro nesses espaços em branco...
segunda-feira, 31 de maio de 2010
MEP e o Ano Europeu de Luta Contra a Pobreza
Aqui está a apresentaçao suporte à minha intervenção no seminário "O MEP e o Ano Europeu de luta contra a pobreza: um olhar de esperança"quinta-feira, 29 de abril de 2010
A viagem de Raúl
Raúl queria viajar.
Escolheu um comboio e embarcou para um lado qualquer.
Viu sonhos e campos de trigo.
Depois saiu no primeiro apeadeiro quando viu o revisor chegar.
Tinha de fugir ... (também já estava farto de ali estar)
Pelo caminho encontrou um gato.
- Onde vais? - perguntou-lhe.
- Não sei. Queria ir mais além mas não sei como lá chegar. Queres vir comigo?
- Não! Ando atrás de um sonho de gaivota.
Mais à frente cruzou-se com uma velha.
- Porque me olhas?
- Não sei. Estou curioso com as tuas rugas.
Andou mais um pouco mas doíam-lhe as pernas e queria descansar.
"E se apanhasse novamente o comboio? Ou se desta vez fosse pelas nuvens?"
Lá no alto encontrou um pássaro azul
- Como consegues voar?
- Não sei... deram-me estas asas e subi para aqui.
(...)
Comecei esta história quando me quis desaborrecer de um momento chato. É portanto uma história inacabada porque interminável.
Escolheu um comboio e embarcou para um lado qualquer.
Viu sonhos e campos de trigo.
Depois saiu no primeiro apeadeiro quando viu o revisor chegar.
Tinha de fugir ... (também já estava farto de ali estar)
Pelo caminho encontrou um gato.
- Onde vais? - perguntou-lhe.
- Não sei. Queria ir mais além mas não sei como lá chegar. Queres vir comigo?
- Não! Ando atrás de um sonho de gaivota.
Mais à frente cruzou-se com uma velha.
- Porque me olhas?
- Não sei. Estou curioso com as tuas rugas.
Andou mais um pouco mas doíam-lhe as pernas e queria descansar.
"E se apanhasse novamente o comboio? Ou se desta vez fosse pelas nuvens?"
Lá no alto encontrou um pássaro azul
- Como consegues voar?
- Não sei... deram-me estas asas e subi para aqui.
(...)
Comecei esta história quando me quis desaborrecer de um momento chato. É portanto uma história inacabada porque interminável.
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